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NOVIDADES DE ANO NOVO

NOVIDADES DE ANO NOVO

HUGO "EL POLLO" CARVAJAL

As novidades de final de ano, em relação ao Brasil, El Pollo Carvajal já as cantou, no seu bombástico depoimento ao juiz do Brooklin, em Nova York, no mês de Dezembro de 2024. Versam elas sobre a intermediação de El Pollo na política de alargamento do Patrimonialismo narcoterrorista comandado pela ditadura chavista desde Venezuela, para toda a América Latina, com a intermediação do Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro, em 1990, a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores, com a finalidade de dar sobrevida ao comunismo, que tinha entrado em declínio com a queda da União Soviética, no final dos anos 80 do século passado. Essas “novidades” já tinham sido reveladas pela corajosa jornalista gaúcha Elisa Robson, no seu livro divulgado pela Amazon em 2022, com o título: Carvajal, Lula e o sequestro da América Latina, a partir das entrevistas feitas pela jornalista na Espanha a El Pollo, antes da extradição dele para os Estados Unidos.

O papel de Lula consistiu no alargamento, ao Brasil, do socialismo bolivariano formulado por Chávez. Para isso, foi montado um empreendimento de falsificação sistemática de votos, graças ao sistema chavista de urnas eletrônicas comandado por Caracas e Havana. Foi criada pelos cubanos, na Venezuela, a empresa Smartmatic, especializada em programar urnas eletrônicas. Com a prisão de Maduro e da sua esposa, já se sente a reação dos EUA, diante deste novo (e antigo) movimento do socialismo do século XXI. O Presidente Trump deixou muito claro que nenhuma tolerância seria admitida com a “engenharia da corrupção” montada por Maduro na Venezuela com a ajuda do Cartel de Los Soles, que se estendeu ao Brasil na descondenação e ulterior eleição de Lula em 2022.

Nestas circunstâncias em que ficaram claros os termos da luta política na América Latina, polarizada em torno à proposta de defesa da democracia ocidental por parte de Trump, com uma guerra sem quartel contra os elementos terroristas que integram o Foro de São Paulo, a briga se estende à mídia. Não foram poucos os jornais e os ativistas que se alinharam em defesa da soberania venezuelana. A desfeita praticada por uma organização jornalística contra o meu amigo Paulo Borges, do IL, é clara: desmoralizar aqueles que não compraram a versão comuna do Foro de São Paulo e não enxergam, no caso da prisão do Maduro, uma agressão a uma "democracia telúrica", como o chavismo. Convidado para falar acerca da prisão de Maduro pelos Estados Unidos, como a sua posição era favorável à ação americana em Caracas, a entrevista foi cortada no decorrer do programa, sem aviso prévio e sem nenhum pedido de desculpas. Já começam a se ouvir, no Brasil, as vozes das viúvas do Maduro, considerando que, com o casal presidencial venezuelano, foram sequestradas a democracia e a liberdade. Nada de novo. A solução, para a mídia e os comentaristas que não caíram na esparrela do politicamente correto, consiste em continuar falando, sem prestar atenção ao teatrinho comuna do absurdo.