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O FIM DE UMA FARSA

O FIM DE UMA FARSA

LULA NO DEBATE DA BAND

A derrubada começou ao ensejo do Debate transmitido pela Band na noite de 18 de Outubro entre os Candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro e Luís Inácio Lula da Silva, para o segundo turno da eleição presidencial que ocorrerá em 25 deste mês. Gostei do debate. Flávio, o mais tranquilo dos irmãos, (a quem conheci quando da minha passagem pelo gabinete do governo de Jair Messias Bolsonaro, como Ministro da Educação, em 2019), deu um banho de claridade e firmeza no confuso e atordoado candidato do PT, que se desviou do foco de apresentar o seu programa de governo, simplesmente para ficar no ataque emocional e pessoal ao seu oposicionista. Lula apresenta todos os sinais de estar gagá. Confuso no arrazoado, com um discurso sem eira nem beira, só revelando uma feroz animosidade em face do concorrente, mas sem nenhum resultado apreciável quanto à exposição do seu programa de governo. O PT virou doença e precisa ser extirpado do corpo da República. Porque é doentia a pretensão de erguer o chefe máximo da sigla como dono do mundo. Lula é totalitário e não admite questionamentos nem divisão do poder, que na sua agremiação se identifica com a personalidade doentia de si próprio. É um marxista-leninista, na mais rigorosa acepção do termo. Ele é o dono do Partido e aspira a ser o dono do mundo. Ele é o chefe inquestionável e inapelável dos seus subordinados. Quando alguém, usando a razão que Deus lhe deu, se situa em oposição às suas ordens, como aconteceu em 2002 com o chefe da campanha petista, Celso Daniel, simplesmente é eliminado, só pelo fato de se opor à roubalheira petista das empresas municipais de limpeza urbana. O candidato do PT mente compulsivamente. Nega na maior cara de pau, fatos comprovados como a sua proximidade com a influenciadora Roberta Luchsinger, a quem desqualificou de entrada, simplesmente porque a mídia revelou as relações corruptas do seu filho Lulinha com ela. A própria Roberta queixou-se de estar sendo ameaçada de morte, assim como as suas filhas, em decorrência da sua proximidade com o Presidente. Convenhamos que a máquina ditatorial montada pelos todo-poderosos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes et caterva, funcionou a contento, tendo como eixo de giro o Presidente Lula. Na dura tarefa de curar a República da doença do autoritarismo abjeto que a afeta, têm de sair do cenário todos os integrantes da quadra maior da máquina de corrupção e arbítrio montada por Lula e o PT. A faxina higienizadora será a tarefa inicial do novo Governo, com um Parlamento que saiu mudado no primeiro turno destas eleições, no início de Outubro. A Sociedade Brasileira só se verá a salvo, quando o elenco pernicioso deixar de vez o palco para nunca mais voltar. É o fim de uma era: a da dominação desavergonhada e corrupta do PT e de Lula.